é a plataforma de inteligência artificial projetada para assessores e gestores de investimentos. 20 funções especializadas entregam análise de nível institucional no exato momento em que o cliente precisa de uma resposta fundamentada.
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O assessor de investimentos brasileiro enfrenta uma contradição estrutural: precisa operar com a profundidade analítica de uma mesa institucional, mas sem os recursos dela. Sem analistas de crédito. Sem time de macro. Sem suporte técnico especializado.
A plataforma resolve isso. É um sistema AaaS que coloca inteligência artificial especializada ao lado do profissional em cada etapa do trabalho: da análise de um ativo específico até a comunicação com o cliente em momentos de crise.
Não substituímos o assessor. Amplificamos a capacidade técnica de quem já tem a relação, a confiança e o julgamento que nenhuma tecnologia substitui.
O modelo AaaS adapta o conceito "as a service" para áreas consultivas. Em vez de depender de analistas por projeto ou da estrutura de uma corretora, o assessor acessa um conjunto de capacidades especializadas de forma permanente, por assinatura.
Na prática: análise de crédito privado, valuation, construção de carteira e compliance disponíveis no momento exato em que o cliente faz uma pergunta.
A plataforma não desenvolveu metodologias próprias. Mapeamos e estruturamos frameworks analíticos já consagrados pelo mercado processos utilizados há décadas por gestoras, mesas de crédito e family offices. O objetivo é simples: colocar esse repertório à disposição do assessor, sem intermediários.
Por meio de fine-tuning contínuo e machine learning aplicado ao domínio financeiro, o sistema aprende com cada interação, tornando o modelo progressivamente mais preciso e adaptado ao mercado brasileiro.
O veredito não muda. A fundamentação se aprofunda. A cada pesquisa, novos indicadores são mapeados, novas variáveis do fluxo de caixa monitoradas. É a diferença entre uma opinião e uma convicção.
20 funções. Cada uma resolve uma dor real do assessor sem analista interno, sem mesa de crédito, sem time de análise.
O assessor precisa recomendar CRI, CRA, CDCA ou Debênture sem ter um analista de crédito na mesa. Essa função entrega a análise do emissor: situação financeira atual, alavancagem, vencimentos de dívida no horizonte e contexto do negócio. No final, mostra se a taxa disponível faz sentido frente ao que um título soberano entregaria no mesmo prazo. A decisão fica fundamentada, não depende de feeling.
Aqui o foco não é a empresa por trás. É a estrutura da concessão em si. A função analisa a SPE criada exclusivamente para aquela concessão: o pacote de garantias, o fluxo de caixa contratado, os gatilhos de inadimplência, o histórico de revisões tarifárias e se o spread disponível compensa o risco dessa estrutura específica. Ideal para o assessor que quer explicar debênture incentivada além da isenção de IR.
Quando o extrato de renda fixa aparece negativo, o cliente liga em pânico. O assessor precisa responder com segurança, sem ensaio, no momento em que o telefone toca. Essa função gera um script personalizado para aquele cliente específico: por que o papel está marcado abaixo do preço, se é momento de segurar, de comprar mais ou de trocar. Transforma uma ligação de crise em evidência de competência técnica.
O FIDC cresceu na prateleira das corretoras, mas a maioria dos assessores ainda não consegue explicar o que está dentro. Essa função analisa o fundo a partir do regulamento e do relatório mensal: qualidade da carteira de recebíveis, taxa de inadimplência, estrutura de subordinação entre cotas sênior e mezanino, concentração por devedor e histórico do gestor. O assessor passa a alocar com convicção e explicar o produto sem depender de material da gestora.
O cliente tem um título com vencimento em 2028 pagando IPCA+6%. No mercado tem um papel novo pagando IPCA+7,5%. Vale trocar? Essa função converte diferentes indexadores em uma base comparável e projeta o retorno real líquido de cada cenário. Mais do que comparar ativos, ela calcula se sair antecipadamente de uma posição para capturar uma taxa melhor gera mais retorno do que esperar o vencimento. Transforma troca de papel em decisão fundamentada.
Quando o cliente pergunta sobre uma ação específica, o assessor não pode dizer vou verificar. Essa função entrega uma leitura rápida de múltiplos: P/L, EV/EBITDA, P/VP versus o setor e o histórico da própria empresa, com uma síntese de tese. Se está barata, cara ou em linha. Não substitui a análise de uma gestora, mas dá ao assessor uma opinião fundamentada e honesta na hora que o cliente precisa dela.
O valuation diz se o ativo é saudável. A técnica diz qual o momento certo da compra. Para clientes que valorizam leitura gráfica, basta digitar o código da ação. A ferramenta captura os dados e entrega a análise no formato que o assessor ou o cliente preferir: indicadores como RSI e Bandas de Bollinger, leitura de candles, ou um consolidado com múltiplas visões. Uma camada de timing que complementa a análise fundamentalista.
Dividend yield alto não é dividendo sustentável. O assessor que monta carteira de renda olhando só para o DY mais alto coloca o cliente em empresas que pagaram bem no passado mas não necessariamente vão pagar no futuro. Essa função avalia geração de caixa, histórico de consistência, política de distribuição e capacidade de manutenção. Entrega uma carteira de renda que o cliente consegue entender e que o assessor consegue defender.
Paga bem todo mês não é tese de investimento. Essa função analisa o que está por trás do rendimento: qualidade do portfólio imobiliário, taxa de vacância, prazo médio dos contratos (WAULT), P/VP atual versus histórico e perfil do gestor. Diferencia um FII com renda sustentável de um que está distribuindo capital disfarçado de rendimento. O assessor passa a recomendar FII com argumento real, não só com o número do DY.
Fundos ativos cobram mais caro e prometem entregar mais que o índice. Nem sempre cumprem. Essa função faz o comparativo real: retorno líquido após taxa de administração e performance, aderência ao benchmark e custo total da posição ao longo do tempo. Permite que o assessor tome uma decisão de alocação baseada em dados, não em relacionamento com a gestora, e mostre ao cliente quanto cada opção realmente custa.
O banco oferece um Collar, um Booster. O cliente pergunta se vale a pena. O assessor não precisa dominar o pricing de derivativos para dar uma resposta competente: precisa entender o que aquela estrutura entrega, o que ela limita e qual o risco embutido. Essa função traduz qualquer operação estruturada em linguagem clara: qual o cenário de ganho, qual o teto, qual o piso, e em que situação de mercado a operação faz ou não faz sentido para aquele perfil.
O assessor recebe o patrimônio do cliente como um todo e a tendência é alocar por produto disponível, não por objetivo. Essa função estrutura a carteira em três camadas com funções distintas: liquidez imediata e proteção, objetivos de médio prazo e crescimento de longo prazo. A ferramenta faz as perguntas certas, estrutura a proporção ideal de cada camada, sugere as classes de ativo adequadas e gera uma proposta que o cliente consegue visualizar e entender.
A carteira sai do alvo todos os dias. O mercado move, os ativos crescem em proporções diferentes e a alocação original vai se desfazendo sem que o cliente perceba. Essa função replica o protocolo de gestoras e family offices: identifica os desvios da carteira atual, calcula o impacto tributário de cada realização e apresenta uma ordem de prioridade de ajuste que equilibra o retorno ao alvo com o menor custo possível.
Ter oito fundos multimercado não é diversificação. É concentração com etiquetas diferentes. Quando o mercado cai, todos caem juntos porque têm as mesmas posições e os mesmos vieses. Essa função analisa a carteira e constrói uma matriz de correlação entre os ativos, identificando quais se movem juntos e quais de fato se compensam em momentos de estresse. O diagnóstico aponta onde está a concentração real de risco.
A DUPLAI não entrega uma carteira pronta. Ela constrói junto com o assessor, enquanto a conversa acontece. A função começa fazendo as perguntas certas sobre objetivo, horizonte, liquidez e tolerância real a oscilações. O assessor inclui os produtos que pretende alocar e a plataforma vai estruturando a carteira, apontando inconsistências, sugerindo proporções e gerando a justificativa de cada posição em linguagem que o cliente entende.
A maioria das reuniões de review vira leitura de extrato. O assessor abre a posição, o cliente olha os números, e a reunião termina sem nenhum insight. Essa função gera um roteiro estruturado: como abrir a conversa contextualizando o período, como apresentar a performance de cada classe com honestidade, quais ajustes propor e como encerrar com próximos passos concretos. O assessor chega preparado e o cliente sai com a sensação de que está bem assessorado.
O assessor tem uma reunião com um prospect que ainda tem carteira em outro lugar. Essa função transforma o que está disponível: um extrato em PDF ou um resumo falado, em um diagnóstico estruturado com lacunas de diversificação, produtos inadequados ao perfil, concentração excessiva e custo de oportunidade. Entrega uma análise que o assessor pode apresentar ainda na primeira reunião. A função não vende o assessor. Deixa que a análise venda por ele.
O assessor tem reunião amanhã. Saiu ata do Copom, o dólar subiu, o mercado fechou em queda. O cliente vai perguntar o que está acontecendo. Essa função entrega o que o assessor precisa para essa conversa: o impacto de cada variável por classe de ativo, o que a Selic mais alta faz com a renda fixa, o que o câmbio pressionado faz com as ações exportadoras. A entrega é prática: o que dizer, o que propor e como contextualizar.
O Ibovespa cai 4% em um dia. O cliente liga antes de o assessor ter tido tempo de pensar. Essa função gera em segundos um script completo e personalizado: o contexto técnico do que está acontecendo, por que a carteira reagiu da forma que reagiu, o que os dados históricos dizem sobre situações similares e qual a recomendação concreta. A linguagem é calibrada para o perfil do cliente. O assessor não improvisa.
O cliente tem CRI, CRA e debêntures com vencimentos espalhados nos próximos anos. O assessor raramente tem visibilidade sobre o que vence, o que está com rating em revisão ou o que passou por repactuação recente. Essa função organiza todos os ativos de crédito privado da carteira em uma linha do tempo: vencimentos, janelas de liquidez, próximas revisões de rating, eventos de covenants e alertas de inadimplência do emissor.
"A IA não vai tirar o seu emprego. Mas o assessor que usa IA vai tirar."
O mercado de assessoria no Brasil está num ponto de inflexão. As plataformas se multiplicaram, os clientes ficaram mais exigentes e a concorrência com bancos, gestoras e fintechs nunca foi tão direta. O assessor que vence essa transição é aquele que fornece mais profundidade técnica, mais velocidade e menos dependência de terceiros. Esta plataforma foi construída para esse assessor.
Estamos selecionando os primeiros assessores e gestores para o acesso antecipado. Os participantes terão condições exclusivas de lançamento e participação direta no desenvolvimento do produto.
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